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Explorador sumido há 100 anos no Everest pode ter sido achado

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 14/10/2024 às 08:04 · Atualizado há 1 semana
Explorador sumido há 100 anos no Everest pode ter sido achado
Foto: Reprodução / Arquivo

Um grupo de pesquisadores acredita ter encontrado os restos mortais de um explorador britânico que desapareceu enquanto escalava o Monte Everest, o ponto mais alto do mundo. Andrew Comyn “Sandy” Irvine sumiu há mais de 100 anos e a história dele virou quase uma lenda.

Britânico queria se tornar a primeira pessoa a escalar o Everest

  • O explorador tinha 22 anos e tentava se tornar a primeira pessoa a escalar o Everest.
  • Ele estava acompanhado do montanhista George Mallory quando desapareceu, em junho de 1924.
  • Ninguém sabe se a dupla conseguiu atingir o objetivo antes de desaparecer.
  • Em 1999, os restos mortais de Mallory foram encontrados.
  • No entanto, não havia nenhum sinal de Irvine, que carregava uma câmera Kodak durante a expedição.
  • O cume do Everest foi oficialmente alcançado pela primeira vez 29 anos depois, em 1953, quando Edmund Hillary e Tenzing Norgay escalaram o lado sul da montanha.
  • As informações são do Live Science.
Bota teria pertencido a explorador desaparecido há 100 anos (Imagem: Jimmy Chin)

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Meia pode confirmar identidade de Irvine

Agora, uma equipe de documentaristas da National Geographic, incluindo o diretor vencedor do Oscar Jimmy Chin, diz ter encontrado o que acreditam ser o pé de Irvine. Os restos mortais foram encontrados envoltos em uma bota na geleira Rongbuk Central do Everest, pouco abaixo de onde foi localizado o corpo de Mallory.

Irvine e Mallory foram vistos pela última vez em 8 de junho de 1924, quando partiram para escalar o cume do Everest. Um de seus companheiros de expedição, Noel Odell, relatou ter visto a dupla pela última vez perto do segundo dos três degraus da montanha.

Meia com o nome A.C. Irvine pode indicar que os restos mortais são do explorador britânico (Imagem: Jimmy Chin)

O corpo de Mallory foi encontrado a menos de 600 metros do cume pelo alpinista norte-americano Conrad Anker. Os restos mortais estavam amarrados em uma corda, sugerindo que ele havia caído enquanto tentava escalar a montanha.

Os pesquisadores resolveram usar este local como ponto de partida para novas buscas. E foi exatamente perto dali que decidiram vasculhar uma geleira em busca de pistas, encontrando a bota.

A família Irvine se ofereceu para fazer um teste de DNA e confirmar a identidade do explorador. Enquanto isso, as buscas pela câmera de Irvine continuam. Se o equipamento for encontrado, pode provar que a dupla conseguiu escalar o Everest.

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