Siga o Olhar Do dedo no Google Discover
Tudo sobre Elon Musk
O bilionário astronauta privado Jared Isaacman concluiu sua segunda rodada de sabatinas para o missão de dirigente da NASA, reiterando a urgência de os Estados Unidos superarem a China na exploração lunar.
Segundo o Space.com, em seu testemunho perante o Comitê de Negócio, Ciência e Transportes do Senado dos EUA em Washington, D.C., realizado nesta quarta-feira (3), Isaacman enfatizou: “Se cometermos um erro, talvez nunca mais consigamos nos igualar.“
Quem é Jared Isaacman, provável novo dirigente da NASA
- Isaacman, sabido por financiar e comandar duas missões da SpaceX à trajectória da Terreno, teve sua nomeação para gestor da NASA revogada abruptamente em 31 de maio pelo presidente Donald Trump, em seguida uma primeira audiência em 9 de abril;
- As preocupações de Trump incluíam doações políticas de Isaacman a candidatos democratas e seus laços com a SpaceX. Na estação, Isaacman atribuiu a revogação a “pessoas com rancor” e que ele era “um escopo visível“;
- A situação mudou em prol de Isaacman quando Trump o renomeou em 4 de novembro, em meio a relatos de uma disputa de poder na gestão da NASA, que atualmente é liderada interinamente por Sean Duffy, ex-estrela de reality show e Secretário de Transportes;
- Durante a audiência, Isaacman adotou um tom precatado sobre as reviravoltas em sua nomeação. “Eu nem começaria a especular por que o presidente me nomeou, retirou a nomeação e me renomeou, a não ser para manifestar que sou grato pela oportunidade em primeiro lugar”, declarou ao comitê;
- Ele também mencionou ter feito doações para ambos os partidos políticos e afirmou que sua única conexão com Elon Musk, fundador e CEO da SpaceX, foram as duas missões espaciais privadas lançadas em setembro de 2021 e setembro de 2024;
- Isaacman não divulgou os custos dessas missões, citando um conciliação de confidencialidade com a SpaceX, mas garantiu estar em conformidade com todos os requisitos éticos relacionados à sua nomeação.

Em sua enunciação inicial, Isaacman transmitiu uma “mensagem de urgência“, argumentando que a NASA necessita de um gestor permanente antes do lançamento da missão Artemis 2, que levará astronautas em trajectória da Lua, prevista para fevereiro de 2026.
O programa Artemis visa retornar astronautas à superfície lunar até 2028 e estabelecer uma presença sustentável de longo prazo. Essa iniciativa é vista uma vez que um pilar da competição dos EUA com a China, que, em parceria com a Rússia, planeja enviar astronautas à Lua até 2030.
As audiências recentes no Congresso têm sublinhado essa “novidade corrida espacial” com a China, embora Democratas e Republicanos divirjam sobre a melhor abordagem.
Enquanto os Democratas criticam os cortes orçamentários propostos por Trump para a ciência da NASA – que, segundo eles, dificultariam avanços tecnológicos essenciais –, muitos Republicanos defendem uma abordagem mais enxuta para focar recursos em missões tripuladas à Lua e a Marte.
Isaacman ecoou a premência de vencer essa corrida espacial. “Estamos em uma grande competição com um rival que tem a vontade e os meios para desafiar a excepcionalidade americana em múltiplos domínios, inclusive no Espaço”, disse ele sobre a China.
“Nascente não é o momento para atrasos, mas para ação, porque, se ficarmos para trás, se cometermos um erro, talvez nunca mais consigamos nos igualar, e as consequências podem modificar o estabilidade de poder cá na Terreno.”
O bilionário elogiou os investimentos da gestão Trump em voos espaciais tripulados e, em relação à ciência, prometeu “fazer o uso mais eficiente de cada dólar alocado” para futuros programas de grande graduação, uma vez que o Telescópio Espacial Hubble e o Telescópio Espacial James Webb (JWST, na {sigla} em inglês). Questionado sobre um proposto incisão de 47% no orçamento científico da NASA para 2026, Isaacman declarou: “Se eu for confirmado, adoraria entender onde estamos atualmente.“
Isaacman também defendeu um aprofundamento da relação com a indústria, para “não depender exclusivamente do tributário“.
Ele ressaltou que, embora não esteja ali para “proveito pessoal, para proporcionar ou enriquecer contratados”, o aumento de gastos em propulsão e vontade nuclear desenvolvidas privadamente, muito uma vez que em veículos de lançamento reutilizáveis, é crucial para a estratégia Lua-a-Marte da NASA.
Ele prometeu que a NASA “nunca aceitará uma vácuo” na pesquisa em seguida a desativação da Estação Espacial Internacional (IIS, na {sigla} em inglês) em 2030, para evitar que a China a preencha com sua estação espacial, a Tiangong.
Leia mais:

Outros temas abordados na audiência
Desde a primeira audiência de Isaacman, há quase oito meses, vários outros temas relevantes foram discutidos:
Fechamento de laboratórios em Goddard
Isaacman expressou que acompanha as notícias sobre os fechamentos de laboratórios no Goddard Space Flight Center da NASA em Maryland (EUA), que estão sob escrutínio do Congresso.
Ele enfatizou a influência de Goddard para os esforços científicos da NASA e reiterou a premência de tempo para entender a situação antes de tomar decisões, afirmando que alocaria o orçamento conforme as diretrizes do Congresso.
Sistema de pouso Artemis 3
Em outubro, Sean Duffy prometeu reabrir a concorrência para o contrato de pouso lunar da missão Artemis 3, originalmente facultado à SpaceX em 2021.
Isaacman abordou a questão ao nível de programa, destacando que a Blue Origin de Jeff Bezos também ganhou um contrato de pouso para astronautas da Artemis.
“Acho que a competição é fantástica. Acho que a melhor coisa para a SpaceX é uma Blue Origin logo detrás, e vice-versa”, disse ele. “Não tenho interesse privado em um provedor em detrimento de outro. Meu interesse é prometer que o objetivo seja apanhado.”
Projeto Athena
A Politico divulgou um projecto secreto de 62 páginas, intitulado “Projeto Athena“, escrito por Isaacman, que propõe movimentar algumas missões da NASA para o setor privado e operar a sucursal de forma mais empresarial.
No entanto, uma vez que a Planetary Society observou, o documento foi escrito antes de algumas das mudanças recentes na NASA e Isaacman sempre o apresentou uma vez que uma proposta. Em seu testemunho, Isaacman reiterou que o documento é uma coleção provisória de “ideias, pensamentos sobre a direção da sucursal, pedidos de pesquisa” que ele pretende modificar à medida que receber mais dados.
Voos supersônicos
O testemunho de Isaacman incluiu a discussão de programas, uma vez que o desenvolvimento de um jato supersônico “sombrio” da NASA (o X-59 fez seu primeiro voo de teste histórico em outubro), visando o retorno de voos comerciais ultrarrápidos nos EUA.
Questionado sobre uma vez que a NASA pode estribar a inovação industrial sem regulamentação excessiva, Isaacman afirmou que a sucursal é “financiada pelos contribuintes para explorar o quase impossível no ar e no Espaço” e passaria a tecnologia para a indústria “onde a competição pode impulsionar a inovação e reduzir custos”.
Ele observou que a NASA não está em sua melhor forma “quando está fazendo o que a indústria está fazendo”, pois, nesse ponto, o talento, “procedente e provavelmente, gravitaria para a indústria”.

A audiência de Jared Isaacman ocorreu em conjunto com a de Steven Haines, indicado para Secretário Assistente de Negócio para Indústria e Estudo. O presidente do comitê, Ted Cruz, expressou a esperança de perfurar a votação para a confirmação de Isaacman na segunda-feira (8), o que poderia colocá-lo na liderança permanente da NASA antes do recesso de término de ano do Congresso.
Porquê rememora o Space.com, as chances de Isaacman parecem consideráveis. Ele já contava com potente escora antes da retirada de sua primeira nomeação e esse suporte parece ter se mantido, ou, até mesmo, se fortalecido. Por exemplo, Sean Duffy, o atual gestor interino da NASA, endossou Isaacman e 36 astronautas da NASA assinaram uma epístola apoiando sua nomeação.