Catalina Giraldo, de 30 anos, passou a última década lutando com depressão, ansiedade e transtorno de personalidade borderline. Depois de 40 esquemas farmacológicos, anos de psicoterapia e internações por crises agudas, ela busca a assistência médica ao suicídio.
Uma luta pelo direito à morte digna
Catalina se torna a primeira colombiana a buscar acesso ao suicídio assistido após ter seu pedido de eutanásia negado. Ela argumenta que seus sintomas não melhoraram apesar de ter seguido tratamentos.