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Idosos com TEA: Descubra por que o diagnóstico tardio é tão comum no Brasil

Entenda as razões por trás da falta de reconhecimento do Transtorno do Espectro Autista na terceira idade

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 22/05/2026 às 18:35 · Atualizado há 23 horas
Idosos com TEA: Descubra por que o diagnóstico tardio é tão comum no Brasil
Foto: Reprodução / Arquivo

O Problema Incrível do Diagnóstico Tardio do TEA no Brasil

No Brasil, cerca de 300 mil idosos vivem com alguns graus da Transtorno do Espectro Autista (TEA), mas muitos deles nunca receberam um diagnóstico oficial.

Com o estudo da PUCPR, descobriu-se que a prevalência do TEA entre idosos no Brasil é de 0,86% da população, mas o diagnóstico tardio é um obstáculo difícil de superar.

Por que o diagnóstico tardio do TEA é tão difícil no Brasil?

A confusão com outros quadros, falta de profissionais capacitados e critérios diagnósticos revisados ao longo das décadas são os principais desafios para o reconhecimento do TEA em adultos mais velhos.

O Impacto do Diagnóstico Tardio do TEA na Terceira Idade

O diagnóstico tardio do TEA pode levar a cuidados inadequados ou insuficientes para essa população.

Além disso, a falta de reconhecimento do TEA pode levar a uma falta de apoio e adaptações no cotidiano.

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