Segundo a Polícia Federal, o suspeito utilizava plataformas digitais de armazenamento em nuvem para disponibilizar o material ilícito. As apurações indicam que ele integrava uma estrutura organizada para comercialização dos arquivos, com uso de múltiplas contas interligadas para dificultar a identificação dos responsáveis.
A Polícia Federal destacou que a cooperação com autoridades estrangeiras é considerada fundamental para enfrentar crimes dessa natureza, que costumam envolver redes internacionais e o uso de ferramentas tecnológicas para ocultar a identidade dos envolvidos.