"Tínhamos relatos de outros provedores, esses sérios, que não quiseram se associar com crime, ficando proibidos de atuar e os usuários, às vezes, obrigados a cancelar o serviço com determinada empresa para assinar contrato com essa empresa que está vinculado na facção criminosa. O usuário perde aquele poder de escolha, o consumidor pode escolher o melhor serviço, mas não, ele se vê obrigado a pegar o serviço de quem a organização criminosa indica. Isso não pode acontecer", destacou o delegado.