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Câmara de Itarema retoma trabalhos após prisão de vereadores

A Câmara Municipal de Itarema, no litoral oeste do Ceará, volta aos trabalhos legislativos nesta quarta-feira (2), depois da prisão de oito vereadores suspei...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 05/01/2026 às 19:50 · Atualizado há 1 semana
Câmara de Itarema retoma trabalhos após prisão de vereadores
Foto: Reprodução / Arquivo

A Câmara Municipal de Itarema, no litoral oeste do Ceará, volta aos trabalhos legislativos nesta quarta-feira (2), depois da prisão de oito vereadores suspeitos de envolvimento em um esquema para contratação de funcionários fantasmas. Essa é a primeira sessão após as prisões dos parlamentares em operação do Ministério Público do Ceará (MPCE), em 28 de junho.

A sessão ocorrerá a partir das 17h, comandada pela nova mesa-diretora da Câmara e com a presença dos oito vereadores suplentes que foram empossados no lugar dos parlamentares presos. Esse trabalho marca início do segundo semestre na casa legislativa.

Os vereadores foram presos durante uma das fases da Operação Fantasma, que investiga um esquema montado para desviar recursos públicos por meio de contratações de servidores da Câmara dos Vereadores de Itarema. A investigação teve início em abril deste ano, após denúncias de uma pessoa que se sentiu prejudicada por não conseguir receber benefício previdenciário em razão de um suposto vínculo com a casa legislativa, que até então era desconhecido pela vítima.

Além dos parlamentares, servidores da Câmara e da Prefeitura também foram presos suspeitos de envolvimento no esquema criminoso. Eles são suspeitos de suspeitos de estelionato, falsidade ideológica, falsidade de documento particular e peculato.

Durante as investigações, o MPCE verificou que várias pessoas haviam sido contratadas pela Câmara Municipal de Itarema, de onde recebiam salários sem comparecer ao legislativo. A suspeita é que mais da metade dos funcionários da Câmara tenham sido contratados como fantasmas. Também foi constatado repasse de quantias de salários para vereadores, bem como a existência de inúmeros vínculos fantasmas com o órgã

Funcionários contratados também eram obrigados a repassar parte de seus salários aos vereadores investigados. Servidores parentes de parlamentares prestavam serviços sem nenhum vínculo formal com a Câmara e recebiam os vencimentos em espécie e diretamente dos representantes legislativos na própria Câmara dos Vereadores.

Exclusivo: prisões estão 68% acima da capacidade, com um déficit de 287 mil vagas.

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