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Brasil em Crise: Governo Avalia Uso do FGTS para Quitar Dívidas e Ampliar Crédito

Governo do presidente Lula estuda usar FGTS para pagar dívidas e incentivar crédito

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/04/2026 às 07:45 · Atualizado há 1 hora
Brasil em Crise: Governo Avalia Uso do FGTS para Quitar Dívidas e Ampliar Crédito
Foto: Reprodução / Arquivo

O governo brasileiro está estudando a possibilidade de usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar dívidas e incentivar o crédito. A medida é parte de um novo pacote de crédito em elaboração, que visa reduzir o endividamento das famílias e ampliar o acesso ao crédito. O plano em estudo tem como foco pessoas de baixa renda, trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas empresas.

A proposta inclui a concession de garantia da União para renegociação de dívidas, o que pode facilitar a obtenção de melhores condições de pagamento, como juros mais baixos. Além disso, o programa pode prever descontos de até 80% sobre o valor total das dívidas. A medida também visa evitar o endividamento das pessoas, criando restrições para as apostas online.

O governo está dialogando com bancos, fintechs e instituições financeiras para viabilizar o programa, que deve ter formato mais simples do que iniciativas anteriores de renegociação. O objetivo é atender principalmente pessoas de baixa renda, que têm dificuldade em acessar crédito.

Por que o governo está estudando essa medida?

O governo brasileiro está preocupado com o alto endividamento no país. Dados recentes apontam que mais de 80% das famílias brasileiras têm algum tipo de dívida, sendo que quase um terço está com pagamentos em atraso. Portanto, é necessário encontrar soluções para reduzir o endividamento e ampliar o acesso ao crédito.

Quais são os principais pontos da proposta?

A proposta inclui a concession de garantia da União para renegociação de dívidas, o que pode facilitar a obtenção de melhores condições de pagamento. Além disso, o programa pode prever descontos de até 80% sobre o valor total das dívidas.

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