A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura um esquema bilionário de fraudes no sistema do INSS aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
Depois da aprovação, parlamentares chegaram a entrar em confronto e houve empurra-empurra.
A quebra de sigilo foi aprovada para apurar suposta ligação de Lulinha com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes
Em dezembro, quando a Polícia Federal realizou uma nova fase da operação 'Sem Desconto', foram revelados pagamentos que somam R$ 1,5 milhão feitos por ordem de Antunes a uma empresária próxima do filho do presidente, Roberta Luchsinger.
A empresária atuava como integrante vinculada ao núcleo político da organização criminosa investigada, com papel considerado essencial na ocultação de patrimônio, na movimentação de valores e na gestão de estruturas empresariais usadas para lavagem de dinheiro.
A investigação também aponta que ela seria um dos elos entre Lulinha e Antônio Carlos Camilo Antunes em projetos na área da saúde.