Pressão e Interferência em Auditorias Internas
Uma ampla auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) identificou casos de pressão e interferência em auditorias internas no Exército Brasileiro.
De acordo com os relatos dos militares, eles sofreram pressão para alterar ou suavizar achados em auditorias que podem ter responsabilizado gestores da força armada.
O TCU avaliou se os órgãos de controle interno das Forças Armadas tinham independência suficiente para fiscalizar a administração militar.
Fragilidade na Estrutura de Controle
A auditoria apontou que a estrutura de controle interno dos Exércitos é vulnerável ao abuso de poder.
Militares podem realizar funções de administração e gestão de recursos, posteriormente atuando nas estruturas encarregadas de fiscalizar essas atividades.
Isso cria riscos à independência necessária para o trabalho de fiscalização.
Luta pela Independência
Os militares questionam a garantia de independência para realizar as auditorias.
O próprio Exército estabelece que a auditoria interna deve ser uma atividade independente e objetiva, mas a realidade é diferente.
A fiscalização encontrou problemas no acompanhamento de projetos e programas estratégicos das Forças.