A defesa de Rafael Campos Soares da Fonseca afirma que as cartas assinadas por ministros do STF e outras autoridades não tiveram como objetivo pressionar ou influenciar os integrantes da banca em um concurso da USP.
O concurso foi anulado após a apresentação das cartas, que ocupavam 24 das 152 páginas do memorial de candidatura do professor.
A defesa afirma que as cartas foram enviadas 'espontaneamente' e não foram solicitadas, e que elas apenas atestavam a trajetória profissional e acadêmica do candidato.
O concurso foi para professor doutor do Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário da Faculdade de Direito da USP.