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Braço Firme da Lei: Operações e CPIs Conectam Master e Facções Criminosas

Descubra como as investigações do governo brasileiro e Congresso interligam o Banco Master e a lavagem de dinheiro

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 29/03/2026 às 17:50 · Atualizado há 5 dias
Braço Firme da Lei: Operações e CPIs Conectam Master e Facções Criminosas
Foto: Reprodução / Arquivo

Investigações Conectam

Em uma operação que tem gerado manchetes no Brasil, as investigações do governo e comissões parlamentares de inquérito relacionadas ao Banco Master expuseram um amplo escândalo de fraude, envolvendo políticos e agentes públicos.

A Polícia Federal e a Controladoria Geral da União (CGU) lideraram a Operação Sem Desconto, investigando fraudes no INSS que resultaram em 6,3 milhões de reais em desvios de aposentados e pensionistas.

O Banco Master foi o alvo de uma terceira investigação, Operação Compliance Zero, que apurou suspeitas de fraude de R$ 12 bilhões, lavagem de dinheiro, manipulação de mercado e outros crimes.

Para completar, comissões parlamentares de inquérito (CPMIs) do INSS e da CPI do Crime Organizado resolveram acompanhar as investigações, o que resultou em Daniel Vorcaro, controlador do banco, preso e negociando delação premiada.

Frentes Conectadas

As investigações mostram que o Banco Master operou um amplo sistema de fraude para inflar seu lucro e desviar recursos.

Ações criminosas incluem:
  • Fraude de empréstimos consignados aos aposentados e pensionistas do INSS.
  • Lavagem de dinheiro por facções criminosas através de operações com postos de combustíveis e fundos de investimento.

O Banco Master operou uma rede de fundos de investimento administrados pela gestora Reag para lavar dinheiro e inflar seus lucros.

O escândalo envolve suspeitas de envolvimento de políticos e agentes públicos.

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