“Queremos ser a infraestrutura definitiva para a gestão de terceiros no Brasil, vamos fazer um investimento grande em marketing e vendas para expandir a nossa atuação”, diz Rodrigo Faustini, CEO e cofundador da wehandle.
Com isso, a expectativa é de triplicar o número de clientes, que hoje chega a 350, com mais de 60 mil CNPJs monitorados. "É uma rodada em que a gente vai ao mercado de fato e investe dinheiro em vendas, o que não fazíamos. Todo o crescimento da wehandle até esse momento foi muito orgânico”, diz. O faturamento também deve crescer em três vezes, chegando a R$ 35 milhões ao final de 2025.
Faustini enxerga que o cenário de funcionários terceirizados que hoje atinge o Brasil é semelhante na América Latina e espera passar a atuar em novos países. “Estamos com alguns clientes no Chile, atuando e entendendo as diferenças culturais e burocráticas”, esclarece. Países como Peru, Colômbia, Chile e México estão sendo mapeados, mas ainda não há uma previsão de quando essa atuação se iniciará.