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Voices 2025: como a IA mudou a maneira como as startups nascem e crescem | Voices

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 10/12/2025 às 19:21 · Atualizado há 1 semana
Voices 2025: como a IA mudou a maneira como as startups nascem e crescem | Voices
Foto: Reprodução / Arquivo

Em um pintura totalmente devotado à IA, Leonardo Paixão, cofundador e CRO da PX Data, Victor Zaban, cofundador da Shaped, Vinicius Pantoja, CTO e cofundador da Proffer, e Kakal Lima, head de Startups da AWS no Brasil, discutiram os principais erros cometidos pelos pelos fundadores no uso da tecnologia. A conversa foi mediada por Rebecca Silva, repórter de PEGN.

Para Lima, da AWS, um dos maiores equívocos é olhar para a perceptibilidade sintético porquê fundamento da empresa, em vez de ver a tecnologia somente porquê um recurso. “Isso é muito generalidade, principalmente depois desse boom da IA. Mas os fundadores devem entender que ela não está na base da empresa, é simplesmente uma utensílio.”

Em alguns casos, o erro pode ser grave o bastante para provocar a morte prematura do negócio. “No caso das startups que usam IA, é necessário estruturar a arquitetura certa, maleável o bastante para crescer com a sua empresa”, disse Kakal. “Não é alguma coisa fácil de fazer, ainda mais para quem está ansioso para implantar a tecnologia rapidamente.”

“A IA não é uma varinha mágica, é uma pílula azul. Permite aumentar muito a velocidade do que a gente faz, e permite ir mais longe com muito mais rapidez. Mas não garante a eficiência. E não deixa os alunos encantados”, disse Alexandrine Brami, CEO e fundadora da Lingopass, durante um debate sobre os rumos das edtechs, também dentro da trilha de startups do Voices 2025, mediado por Paulo Gratão, editor-assistente de PEGN.

“A perceptibilidade sintético pode ser traiçoeira”, disse Hector Gusmão, CEO e fundador da 42Rio e da Bolder. “Ela é muito boa quando fala em massificar a ensino, levar para áreas remotas, romper diferenças sociais. Essa é a secção boa. A dificuldade está em conciliar essa massificação com siso crítico e profundidade. Caso contrário, vamos ter uma sociedade rasa em termos de conhecimento.”

O objetivo da 42Rio, disse Gusmão, é formar futuros líderes de tecnologia. “Quem quer chegar neste posto precisa ter fundamento, saber engenharia, entender o que é treinar uma LLM (Grande Padrão de Linguagem, da {sigla} em inglês), configurar uma máquina. Esses vão ser os líderes que sabem porquê usar a IA.”

Na opinião de Rogério Tamassia, cofundador e diretor da Liga Ventures, a ensino perdeu um pouco daquele lado rebelde de quem queria revolucionar o mundo. “Hoje é tudo mais pragmático. É difícil, por exemplo, investir no B2C, nas escolas, porque custa muito custoso. Por isso muitos empreendedores de edtechs migram para o B2B, para deixar o negócio mais sustentável. Enquanto os grandes investimentos não voltarem, é isso que vai suceder.”

A questão do investimento é alguma coisa principalmente multíplice no caso dos empreendimentos ligados à favela. “É muito difícil negociar com investidores que não entendem o que é negócio de impacto”, disse Thiago Monsores, sócio e CMO do Carteiro Companheiro, que leva o correio para a favela, durante o pintura “Impacto em graduação urbana”, que contou com mediação de Rebecca Silva, repórter de PEGN.

Existe outro tipo de dificuldade que vem de dentro da própria comunidade, diz Marcus Vinicius Athayde, presidente da Cufa (Médio Única das Favelas) global. “Quem quer fundar um negócio de impacto precisa saber que será preciso gerar lucro, para sustentar sua família e seu esforço”, disse Athayde. “Não é uma ONG, é uma empresa que pode ser escalada no porvir.”

A expansão tem sido uma das prioridades da Cufa, que promove, entre os dias 11 e 14 de dezembro, o Fórum Global das Favelas, no qual representantes de mais de 70 países discutirão uma agenda global voltada à construção de soluções sociais e econômicas a partir da perspectiva da favela. “Trata-se de um mercado muito diversificado: há oportunidades em saúde, bancarização, telemedicina e muitas outras.” Com o Fórum, Athayde pretende discutir esse potencial a nível global.

Mas, para que esse mercado atinja todo o seu potencial, também é necessária a participação do setor público, disse Athayde. “O poder público deve identificar os principais problemas das favelas e, a partir desse levantamento, enxergar as oportunidades que existem ali, com milhares de empreendedores que podem grelar negócios incríveis.”

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