Segundo a instituição financeira, o objetivo é reduzir as barreiras que limitam o crescimento dos pequenos negócios fora do eixo Sul-Sudeste, especialmente na Amazônia. A fintech pretende usar sua capilaridade regional e tecnologia para oferecer soluções de crédito personalizadas, fomentando a economia local. O projeto também prevê consultoria estratégica voltada a empreendimentos liderados por mulheres.
A Amazônia Legal, que abrange nove estados e corresponde a quase 60% do território nacional, enfrenta desafios como baixa produtividade e alto índice de informalidade. Ao mesmo tempo, segundo o Sebrae, as MPMEs respondem por 30% do PIB e 72% dos empregos formais do país, mas ainda têm dificuldade para acessar crédito em condições justas. A parceria busca mudar esse cenário, usando a tecnologia como ponte para a inclusão financeira.
“Com os recursos obtidos junto ao BID Invest, vamos oferecer soluções pensadas para os desaos que esses empreendedores enfrentam na Amazônia. Assim, conseguimos impulsionar os negócios e o desenvolvimento das comunidades regionais, por meio da geração de renda e empregos”, afirma Carolina da Costa, diretora de impacto da Stone.