Uma das acusações mais chocantes, relatada por testemunhas no tribunal, envolve uma reunião de vendas em que dois funcionários teriam sido obrigados a manter relações sexuais para, segundo a liderança da empresa, aliviar “tensão sexual” e melhorar os resultados comerciais. Ex-funcionários relataram que recusas e desconfortos eram ignorados, e que a cultura da empresa envolvia hierarquias rígidas e práticas comparadas às de seitas.
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