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Professor fatura até R$ 130 mil por mês personalizando Labubus como renda extra

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/09/2025 às 14:45 · Atualizado há 1 semana
Professor fatura até R$ 130 mil por mês personalizando Labubus como renda extra
Foto: Reprodução / Arquivo

O professor Ellis Stephens transformou em negócio a febre dos Labubus, pelúcias produzidas pela chinesa Pop Mart que chamou atenção em 2025. Os bonecos, vendidos em caixas-surpresa, movimentam um mercado milionário, com unidades raras que já alcançaram até US$ 30 mil (mais de R$ 160 mil). De olho nesse fenômeno, Stephens decidiu personalizar os colecionáveis, agregando ainda mais valor às peças.
Stephens começou o negócio como uma renda extra para pagar os materiais necessários para suas aulas de arte. Ele conta ao Business Insider que sempre que precisou de dinheiro para projetos da escola, apostou em empreendedorismo, seja com pulseiras ou tacos. Agora, para dar conta das encomendas de Labubus personalizados, acorda às 3h30 da manhã para produzir os itens, antes de começar suas aulas.
Em seu ateliê, ele aplica pedras, piercings e até tatuagens feitas de maneira tradicional, com agulha e tinta. Cada customização é adaptada ao estilo artístico do professor e aos desejos dos clientes — de tatuagens idênticas às dos próprios donos até desenhos de animais de estimação.
Ele cobra US$ 217 (cerca de R$ 1,1 mil) em uma peça personalizada, mas planeja elevar o preço para US$ 300, chegando a R$ 1,6 mil. “É um grupo super exclusivo que tem seu Labubu tatuado. Você é realmente exclusivo. E exclusividade tem preço, certo?”, aponta o empreendedor.
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Todos os meses, Stephens ainda investe cerca de US$ 2.000 (R$ 10 mil) em softwares que compram Labubus assim que são lançados, garantindo exclusividade e volume de produção. Ele aposta somente em fornecedores confiáveis, evitando falsificações. Com isso, ele fatura aproximadamente US$ 24 mil (cerca de R$ 130 mil) por mês.
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O futuro da febre ainda é incerto. Mas o professor acredita que essa tendência tem capacidade de se reinventar. “O legal do Labubu é que ele oscila entre o feio e o fofo, como um bulldog francês: estranho, esquisitamente adorável, mas também meio feio”, opina.

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