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Pioneiro do e-commerce B2B: ele apostou no "boleto faturado" online em 2006 e conquistou mais de 20 mil clientes | Saftec Digital

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 04/12/2025 às 19:20 · Atualizado há 1 semana
Pioneiro do e-commerce B2B: ele apostou no "boleto faturado" online em 2006 e conquistou mais de 20 mil clientes | Saftec Digital
Foto: Reprodução / Arquivo

Em 2006, comprar online no Brasil exigia uma ração extra de coragem. A margem larga engatinhava e colocar o cartão de crédito em um site era tabu para muitos. Foi nesse cenário de incerteza que Rodrigo de Oliveira Rodrigues decidiu empreender. Ele fundou o AcessoShop, um e-commerce de suprimentos de sentimento que nasceu com um repto duplo: vender tecnologia e convencer empresas a mudarem seus hábitos de compra.

Quase duas décadas depois, o que começou uma vez que uma aposta arriscada se tornou um ecossistema de sites que inclui o Distribuidor de Toner e a Toner Ideal. Hoje, com mais de 20.000 clientes atendidos e uma operação onde 85% do faturamento vem do B2B (Business to Business), Rodrigo compartilha uma vez que uma inovação no sistema de pagamentos foi a chave para destravar o prolongamento da empresa.

Confira a entrevista com o Sócio-Gestor sobre essa jornada de pioneirismo:

BRUNA BOZANO: Principiar um e-commerce em 2006 era desbravar um território incógnito. Uma vez que foi o promanação do AcessoShop?

Rodrigo de Oliveira Rodrigues: Foi provocador. Naquela estação, o e-commerce no Brasil ainda estava se formando, a crédito do consumidor era baixa e a logística não tinha a eficiência de hoje. Mas nós víamos uma vácuo no mercado de suprimentos de sentimento. As empresas precisavam de desembaraço e preço, mas o processo de compra via telefone ou representante físico era lento. Lançamos o AcessoShop com a missão de digitalizar esse processo, mas logo percebemos que ter um site bonito não bastava; precisávamos falar a língua financeira das empresas.

BRUNA BOZANO: E foi aí que entrou a questão do "Boleto Faturado", notório? Uma vez que isso funcionou na prática?

Rodrigo: Exatamente. No mercado físico corporativo, a regra era comprar faturado (para 28, 30 dias). Mas, na internet, as plataformas só aceitavam cartão de crédito ou boleto à vista. Isso era uma barreira enorme para o comprador B2B, que muitas vezes não tinha um cartão corporativo em mãos ou fluxo de caixa para remunerar à vista. Tivemos que inovar e desenvolver internamente uma tecnologia que permitisse ao cliente concluir a compra online escolhendo a opção de "boleto faturado".

Trouxemos a cultura do varejo físico para dentro do do dedo. Isso foi fundamental para fazer a transição desses clientes para o online. Foi a viradela de chave que nos permitiu escalar.

"O boleto faturado era geral no balcão, mas inovação na tela do computador. Tivemos que desenvolver isso internamente para que o cliente B2B se sentisse em lar comprando online."

— Rodrigo de Oliveira Rodrigues

BRUNA BOZANO: O foco no B2B se provou estabelecido, já que hoje representa 85% do faturamento. Uma vez que foi a expansão para outros domínios uma vez que o Distribuidor de Toner e a Toner Ideal?

Rodrigo: O prolongamento foi muito orgânico, fundamentado na crédito que construímos. Com o tempo, percebemos que poderíamos nichar ainda mais para conquistar buscas específicas no Google e oferecer experiências dedicadas. Foi mal surgiram o Distribuidor de Toner e a Toner Ideal. Não se trata exclusivamente de ter vários sites, mas de fabricar canais especializados que conversem diretamente com a dor de quem procura aquele suprimento específico com urgência.

BRUNA BOZANO: Olhando para trás, com mais de 20 milénio clientes atendidos, qual você considera o maior legado dessa trajetória?

Rodrigo: Acredito que foi provar que é verosímil vender commodities e suprimentos técnicos com superioridade no do dedo, mantendo o relacionamento humano. Muitas dessas 20 milénio empresas estão conosco há anos porque sabem que, por trás do site, existe uma estrutura sólida. Trespassar de pioneiro em 2006 para referência vernáculo hoje exigiu muita adaptação tecnológica, mas a origem de facilitar a vida do comprador empresarial permaneceu a mesma.

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