Segundo França, a ideia ainda ajudaria no "treinamento" dos empreendedores, que poderiam aprender aprendam a conviver com a tributação no formato de lucro presumido e o lucro real, saindo do Simples Nacional. “Para isso acontecer, é preciso treiná-los. Muitas vezes a pessoa fica assustada pensando que, se passar para o lucro real ou presumido, vai se estrepar, que é muito difícil. E quando vai ver, o valor que é pago no Simples é maior do que pagaria no novo [modelo de tributação]. Mas é preciso aprender a lidar com a parte contábil”, afirma.
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