— O smartphone absorveu sozinho muitos eletroeletrônicos, disputando com categorias como câmeras digitais, videogames e até TVs, graças ao streaming. A air-fryer, cujas vendas não perdem o fôlego, diminui a demanda por micro-ondas e forno tradicional. A escova giratória se tornou um fenômeno, mas reduz o apelo de secadores e da chapinha. O aspirador de pó cresce bem, mas o robô-aspirador cresce ainda mais. Na pandemia, aliás, ele chegou a crescer 2.000% — explica Jorge Nascimento, presidente-executivo da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletrônicos (Eletros).
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