Em nota, a Univinco25, associação representativa do comércio da região da 25 de Março, declarou que o mercado local “segue forte, diversificado e comprometido com a legalidade”. A associação ressaltou que o polo comercial, que reúne mais de 3 mil estabelecimentos formais, envolve empreendimentos que “geram empregos, pagam impostos e oferecem produtos de qualidade para consumidores de todas as regiões do Brasil”.
O Escritório do Representante do Comércio dos EUA, responsável pela emissão do documento, aponta o Brasil como responsável por "não conseguir enfrentar de forma eficaz a ampla importação, distribuição, venda e uso de produtos falsificados, consoles de videogame modificados, dispositivos de streaming ilícitos e outros dispositivos de violação".
Em resposta, a Univinco25 afirma que o comércio irregular, como pirataria, acontece em “pontos isolados”. “Essas práticas são continuamente fiscalizadas e combatidas pelos órgãos públicos competentes. Esses casos não representam a imensa maioria dos lojistas da região, que atuam de forma legal e transparente”, declara a associação.
É importante destacar que, embora existam pontos isolados onde há comércio irregular, como pirataria, em algumas galerias específicas, essas práticas são continuamente fiscalizadas e combatidas pelos órgãos públicos competentes. Esses casos não representam a imensa maioria dos lojistas da região, que atuam de forma legal e transparente.