Ken Levine, co-diretor de BioShock e diretor único de BioShock Infinite, abriu os bastidores da criação da franquia e do porquê abandonou-la
Em uma entrevista retrospectiva com o IGN, Levine explicou que a distância veio de um cuidado filosófico: para ele, franquias podem 'te possuir' caso você as segure com força demais
A franquia BioShock, que abriu caminho para o jogador explorar mundos alternativos, foi um sucesso de crítica e público, mas Levine não queria ficar preso a apenas criar jogos da mesma franquia, pois acha que isso seria seguro demais
Uma franquia é algo interessante porque ela pode acabar te possuindo se você não tomar cuidado. Ela pode te definir. Foi assustador, arriscado e meio que uma loucura abandonar uma franquia de tanto sucesso. Não fiz isso porque não amava a franquia. Fiz porque não queria simplesmente fazer algo novo e chamá-lo de [BioShock] porque isso seria mais seguro
— afirmou o diretor
Levine segue hoje à frente de Judas, seu próximo projeto, e foi igualmente transparente sobre o peso psicológico da aposta e o desejo de se desafiar com novos problemas