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Games perdem espaço na 'guerra pela atenção' e tempo de jogos cai

Análises apontam queda nos últimos anos em países como EUA, Japão e Brasil

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 22/02/2026 às 07:25 · Atualizado há 2 semanas
Games perdem espaço na 'guerra pela atenção' e tempo de jogos cai
Foto: Reprodução / Arquivo

Durante boa parte das últimas três décadas, a indústria de videogames cresceu apoiada numa ideia simples: à medida que a geração criada com consoles e PCs virasse adulta, ela naturalmente passaria mais tempo jogando.

Entretanto, análises recentes mostram algo curioso: os games não pararam de crescer em dinheiro — mas pararam de crescer como hábito.

O estrategista Matthew Ball diz que os jogos estão perdendo espaço no que ele chama de 'guerra moderna pela atenção'. Antes, eles competiam principalmente com TV ou cinema. Hoje disputam com um ecossistema inteiro de plataformas pensadas para ocupar cada minuto livre: vídeos curtos, chats de IA, mercados de previsão quase como apostas, serviços de assinatura de criadores e redes sociais algorítmicas.

A briga deixou de ser vender um produto — virou conquistar tempo.

Antes da pandemia, oito países — Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Alemanha, França, Canadá e Itália — respondiam por mais de 60% do gasto mundial em jogos.

O isolamento até aumentou temporariamente o número de jogadores, mas depois não estabilizou: caiu.

Pesquisas mostram menos gente se considerando jogador frequente do que antes da COVID.

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