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Funcionário diz que brechó joga Labubus originais no lixo após boom de doações — e relato viraliza

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 01/10/2025 às 14:49 · Atualizado há 1 dia
Funcionário diz que brechó joga Labubus originais no lixo após boom de doações — e relato viraliza
Foto: Reprodução / Arquivo

Um funcionário da rede de brechós norte-americana Goodwill repercutiu nas redes sociais após afirmar que a loja em que trabalha está descartando Labubus originais devido à quantidade de unidades que estão sendo doadas. Em publicação feita no TikTok, o colaborador, identificado como Aron, diz que o brechó está recebendo de 20 a 30 Labubus por dia, e que muitos estão indo para o lixo ou se tornando esponjas de limpeza.
Publicado há quatro dias, o vídeo, que já conta com 330 mil visualizações, mostra Aron contando sobre quando os Labubus começaram a chegar na loja. “Quando começamos a receber alguns há algumas semanas, ficamos chocados e achamos que fossem ‘lafufus’, ou seja, fakes. Mas, fizemos algumas verificações e eram originais”, diz o funcionário.
De acordo com ele, os colaboradores da loja ficaram animados em um primeiro momento, e chegaram a pegar para si alguns dos itens. Quando começaram a vender, os produtos foram expostos em suas caixas originais, já que ainda eram considerados itens de alto valor. “Continuou chegando mais e mais e começamos a embalar como as pelúcias normais e vender pelo preço de pelúcias normais”, conta.
Com o volume que continuou sendo doado, Aron afirma os Labubus menos desejados passaram a ser descartados no lixo ou usados como esponjas para limpar o chão. “Eles retêm água muito bem”, comenta.
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Nos comentários, usuários ironizaram os indícios de fim da tendência. “Sim, eu já estava esperando por isso”, disse uma pessoa. Segundo Daily Dot, no auge da moda, versões raras de Labubu estavam sendo vendidas por mais de US$ 3,5 mil (cerca de R$ 18,6 mil) no mercado de revenda. Em 2024, a Pop Mart, empresa chinesa responsável pela produção dos itens, registrou uma receita de US$ 1,8 bilhão (aproximadamente R$ 9,5 bilhões).
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