O cumaru é considerado a baunilha da Amazônia e o chá se transformou em uma sobremesa do bistrô de Magalhães. Com o sucesso do sabor, ela decidiu montar um negócio exclusivo para os sorvetes – hoje, o estabelecimento é abastecido por uma fábrica própria, que produz 200 quilos de massa por hora e mil picolés simultaneamente. “É um produto natural, acessível e que valoriza o lugar onde nascemos”, comentou.