O negócio teve início ao lado de Pedro Chuluck, com R$ 100 mil de investimento. “Era ‘paitrocínio’, fomos muito no bootstrapping, nem sabia o que era equity. Fizemos um primeiro lote de 3 mil barrinhas e lançamos em uma feira para novos empreendedores”, relembra o CEO. Como perceberam que o público não sabia o que eram barras energéticas, investiram nas de proteína e fizeram o corpo a corpo em empórios para divulgar o produto. No primeiro ano, faturaram R$ 1,5 milhão e, em 2019, decidiram que valia se dedicar 100% ao negócio.
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