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Depois de largar carreira corporativa, empreendedora fatura R$ 28 milhões em 5 anos com e-commerce de semijoias | Mulheres Empreendedoras

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 09/03/2025 às 06:00 · Atualizado há 1 dia

Natural de Londrina (PR) e formada em Administração, Piccirillo começou, em 2013, a revender semijoias de uma tia em uma mala de mão, buscando juntar dinheiro para um intercâmbio.

Por seis anos, ela se dividia entre os dois empregos, até que, após uma viagem de negócios para o exterior, decidiu que queria focar 100% em sua marca. “A ideia inicial era trabalhar com investimentos e banco, mas comecei a vender semijoias e percebi que eu estava feliz fazendo isso. Uma amiga até me questionou se eu largaria tudo para vender brinco, mas eu me preparei, juntei dinheiro e em pouco tempo, já estava ganhando mais que meu salário", conta Piccirillo.

Piccirillo começou com peças consignadas e com estoque limitado, de apenas um item de cada modelo. Logo percebeu que precisava ter controle sobre a produção e a qualidade das peças, e diversificar o portfólio. Assim, começou a produzir 90% das semijoias com uma fábrica parceira de São Paulo (SP) — hoje, a marca produz, mensalmente, cerca de 10 mil peças.

Com uma taxa de recorrência de clientes de 37%, a CUFF oferece cerca de 400 SKUs (sigla para Stock Keeping Unit, que em português significa Unidade de Manutenção de Estoque), todos exclusivos. Para a criação, a empreendedora diz que se inspira em conteúdos de moda, maquiagem e no que é tendência fora do Brasil.

Para a empreendedora, a CUFF se destaca pela qualidade das peças, pelo atendimento personalizado e pela comunicação autêntica. Nos últimos cinco anos, a marca atingiu R$ 28 milhões em receitas. Em 2024, superou a marca de 100 mil peças vendidas. A expectativa é fechar 2025 com um faturamento de R$ 12 milhões, um crescimento de 20%.

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