Do lado econômico, Galante ressalta que o ano foi marcado por inflação de alimentação fora do lar mais alta, custos internos elevados, orçamento doméstico pressionado por endividamento e crédito mais caro. “Na prática, isso fez com que as pessoas continuassem saindo para comer fora, mas com escolhas mais planejadas, alternando momentos de contenção com indulgência e socialização”, afirma a especialista.