Para que esse processo ocorra, segundo Paulo de Tarso, sócio-líder de Consumer e Agronegócio da Deloitte, é necessário identificar e desenvolver talentos que possam assumir essas posições importantes, assegurando que a empresa mantenha sua competitividade e eficiência operacional logo após a transição, e alcance níveis melhores de maturidade e eficiência, alinhados com a estratégia da companhia. “Além disso, um planejamento sucessório considera não apenas a substituição de líderes, mas também a preparação de toda a equipe para lidar com as mudanças, promovendo uma cultura de resiliência e adaptabilidade”, diz Tarso.
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