— Brasil está entre os oitos piores, ocupando a 56ª posição, ultrapassado por Índia e África do Sul, na eficácia do Estado. Quando olha eficiência do estado como um todo, o Brasil piorou no quesito controle da corrupção, nas tarifas e na proteção excessiva. A China, por exemplo, tem aumentado a participação das suas exportações no mundo e o Brasil acabou gerando novas tarifas protecionistas — afirma Jonathas Goulart, gerente de Estudos Econômicos da Firjan.
Publicidade