A nova tecnologia para continuação do piloto do Drex em 2026 será definida no início do ano que vem.
A plataforma que foi usada nas duas primeiras fases do piloto, iniciado em 2023, é baseada na Hyperledger Besu, uma tecnologia de registro distribuído (blockchain) que permite o controle de alguma autoridade — no caso, o Banco Central. A tecnologia, contudo, não conseguiu alcançar os padrões de privacidade e segurança considerados necessários pelo BC para o andamento do projeto.