Na mesma linha, Sarina Sasaki Manata, representante da Fecomercio-SP, defendeu que a atualização não deve ser considerada renúncia fiscal. Ela destacou que “o tratamento diferenciado destinado às pequenas empresas não é um favor, é um dever previsto na Constituição”. Para a especialista, quando os valores da tabela não são corrigidos, “há um aumento artificial da arrecadação sem crescimento real das empresas”.