No pedido protocolado à autarquia, a Abrasel alega que o iFood deixou de ser uma plataforma de delivery para se tornar um "ecossistema digital fechado", onde utiliza de sua participação de 80% no mercado de delivery para impor seus próprios serviços de pagamentos, logística, crédito e, mais recentemente, soluções para o atendimento presencial nos salões dos restaurantes.
“O que estamos denunciando não é apenas uma disputa comercial sobre taxas; é uma luta pela sobrevivência e pela liberdade de escolha dos restaurantes brasileiros”, disse Paulo Solmucci Jr., presidente da entidade.
"Esta prática impede a concorrência e permite ao iFood cobrar taxas de até 3,5%, valor muito superior à média de mercado, que segundo o Banco Central é de 2,28% para transações de crédito", escreveu a Abrasel, em nota.