O sucesso da produção levou ela a buscar novos caminhos para expandir sem perder o propósito. Foi então que, ao visitar a unidade prisional da cidade, conheceu cinco mulheres privadas de liberdade e decidiu ensiná-las a bordar. As internas começaram a produzir e receber por peça entregue e, nos dias de visita, passaram os ensinamentos aos maridos, que também aderiram à técnica.
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