"O pacto deu muito certo no Amapá. Há 11 anos, o estado era o último no ranking brasileiro de inovação. Hoje, está na 16ª posição”, falou Góes. As iniciativas reúnem poder público, Sebrae e sistema S, universidades, empreendedores e organizações do terceiro setor para o fomento de ecossistemas de inovação. Segundo Góes, os esforços da Abstartups vão começar pelos estados da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, e partes de Mato Grosso e Maranhão).
“O marco trabalha com o mútuo conversível, em que o investidor pode pedir o dinheiro de volta com juros e correção, pois ele não entra no capital social da empresa. O risco fica todo com a pessoa fundadora”, diz Camila Florentino, vice-presidente da Abstartups. “O marco foi uma evolução, mas ainda tem o que melhorar. O acordo de mútuo conversível está fora dos padrões globais.”
A Abstartups ainda anunciou a criação de dois novos comitês, de ESG e de inteligência artificial, e a realização da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (Case), nos dias 27 e 28 de novembro, na Escola de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo (SP), em novo formato, sem feira de empresas.