“Atendemos a dor do cientista, mas [a solução] impacta toda a cadeia. Essas proteínas podem ser aplicadas na produção de vacinas, diagnósticos médicos, cosméticos com bioestimulantes, indústria química. É um mercado trilionário e ainda tem muitas enzimas e proteínas para descobrir”, aponta. Incubada no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), da Universidade de São Paulo (USP), a Biolinker cresceu seis vezes durante a pandemia reproduzindo as proteínas do coronavírus, saindo de contratos pontuais para vendas recorrentes.
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