A ameaça de greve dos caminhoneiros pode paralisar o Brasil em um cenário semelhante ao de 2018, com impactos na economia e nas eleições. A categoria, liderada pela Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), tem ciência de que a alta do diesel é resultado do conflito no Oriente Médio, mas aponta que os donos de postos de combustíveis têm aumentado os preços antes do reajuste anunciado pela Petrobras.
Governo anuncia novas medidas
O governo federal anunciou novas medidas para tentar conter os ânimos da categoria, incluindo a desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a importação de diesel, com compensação de 50% da receita pela União. A medida tem o objetivo de reduzir os preços do diesel e ajudar a categoria.
Categoria avalia as medidas
A categoria ainda avalia as medidas anunciadas pelo governo e decidirá se são suficientes para desmobilizar o indicativo de greve. O presidente da Abrava, Wallace Landim, conhecido como Chorão, afirmou que a categoria tem ciência de que a alta do diesel é um efeito do conflito no Oriente Médio, mas aponta que os donos de postos de combustíveis passaram a aumentar os preços na bomba mesmo antes do reajuste anunciado pela Petrobras.