Geração Z no Brasil: Pesquisa da Quaest revela que os jovens se encontram em uma faixa intermediária no debate de costumes, restando resistência a certas minorias sociais.
A pesquisa da Quaest, feita a pedido do Instituto More in Common, abordou temas como igualdade de direitos, feminismos e homossexualidade, demonstrando um cenário confuso e contraditório.
Concordando que os jovens sejam conservadores, a pesquisa revela que eles tendem a aceitar determinados conteúdos políticos, mas rejeitam as identidades políticas que os movimentam. 'O conservadorismo não tem uma especificidade geracional', afirma Helena Vieira, professora e gestora cultural que atuou como consultora do estudo. 'Existe uma acceptação dos conteúdos, mas uma rejeição às identidades políticas que os mobilizam.'
A pesquisa não encontrou evidências de que os jovens sejam mais conservadores do que os mais velhos, e os questionamentos sobre temas como gênero, ensino de 'ideologia de gênero' também revelaram respostas contraditórias.
'Descobrimos que o conservadorismo não tem uma especificidade geracional. Existe uma aceitação de conteúdos políticos, mas rejeição das identidades políticas.', diz Helena Vieira.
'Boa parte dos brasileiros são contra falar de gênero na escola, mas quando você pergunta se precisamos fazer alguma coisa contra o bullying, algo para os meninos afeminados não apanharem, aí sim, precisa. Tem um sentimento quase religioso de ser contra ver uma criança apanhar.', disse ela em resposta à pergunta feita pelo estudo.
A pesquisa da Quaest, feita a pedido do Instituto More in Common, abordou temas como igualdade de direitos, feminismos e homossexualidade, demonstrando um cenário confuso e contraditório.
Concordando que os jovens sejam conservadores, a pesquisa revela que eles tendem a aceitar determinados conteúdos políticos, mas rejeitam as identidades políticas que os movimentam. 'O conservadorismo não tem uma especificidade geracional', afirma Helena Vieira, professora e gestora cultural que atuou como consultora do estudo. 'Existe uma acceptação dos conteúdos, mas uma rejeição às identidades políticas que os mobilizam.'
A pesquisa não encontrou evidências de que os jovens sejam mais conservadores do que os mais velhos, e os questionamentos sobre temas como gênero, ensino de 'ideologia de gênero' também revelaram respostas contraditórias.
'Descobrimos que o conservadorismo não tem uma especificidade geracional. Existe uma aceitação de conteúdos políticos, mas rejeição das identidades políticas.', diz Helena Vieira.
'Boa parte dos brasileiros são contra falar de gênero na escola, mas quando você pergunta se precisamos fazer alguma coisa contra o bullying, algo para os meninos afeminados não apanharem, aí sim, precisa. Tem um sentimento quase religioso de ser contra ver uma criança apanhar.', disse ela em resposta à pergunta feita pelo estudo.