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Eleição 2026: O Brasil no olhos do mundo, sem margem para erro, diz analista

A ascensão da eleição brasileira na escala global e o impacto da tarifa de 25% dos EUA

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 17/07/2026 às 05:25 · Atualizado há 1 semana
Eleição 2026: O Brasil no olhos do mundo, sem margem para erro, diz analista
Foto: Reprodução / Arquivo

A ascensão da eleição brasileira no cenário global

Poucos analistas têm acompanhado a ascensão e queda das nações com a profundidade de Ruchir Sharma. Estrategista global, gestor de recursos e estudioso dos ciclos econômicos que definem o destino dos países, ele é chairman da Rockefeller International, fundador da Breakout Capital e colunista do Financial Times.

A tese central de Sharma sobre a América Latina parte de um dado que ele considera inconveniente, mas inegável: historicamente, investidores obtêm retornos muito maiores sob governos de direita na região. E é por isso que o Brasil, para Sharma, é a grande incógnita de 2026 — talvez a eleição mais importante do ano no mundo inteiro.

O impacto da tarifa de 25% dos EUA O cenário ficou ainda mais carregado com a decisão do governo de Donald Trump de impor uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Se a medida entrar em vigor no dia 22 de julho, o Brasil se tornará o segundo país mais taxado pelos Estados Unidos no planeta, atrás apenas da China.

Um novo cenário político e econômico no Brasil

Para Sharma, o impacto direto da medida é mais limitado do que o número sugere, mas seus efeitos sobre o investimento estrangeiro e, sobretudo, sobre o tabuleiro eleitoral de outubro, são mais complexos de calcular.

A corrida presidencial no Brasil Em entrevista à BBC News Brasil, ele fala sobre o que essa decisão significa para a corrida presidencial, o risco fiscal sob Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL), a fragilidade estrutural da China, a bolha de inteligência artificial e o impacto das guerras no Oriente Médio e na Ucrânia sobre a economia global.

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