Em uma sociedade onde a liberdade de expressão é limitada, o K-pop surpreendentemente se tornou um fenômeno popular na Coreia do Norte.
A história começa com Lee Yeon-su, que desertou da Coreia do Norte em 2011 e hoje é uma fã ardorosa do BTS.
Para ela, assistir a um show do BTS é uma experiência libertadora que a faz se sentir orgulhosa de poder escolher para quem torcer sem medo de repressão.
No entanto, não é apenas Lee que tem uma história emocionante.
Para muitos norte-coreanos, o K-pop é um passaporte para um mundo de liberdade e diversão, um símbolo de esperança em uma sociedade onde as opções são limitadas.
O exemplo mais notável é o sucesso de 'Dynamite', uma música do BTS que alcançou a cume das paradas de sucesso global, incluindo aqueles em países com uma forte presença de ouvintes norte-coreanos.
Para Kang Gyu-ri, ouvir a melodia de 'Dynamite' era suficiente para fazê-la se emocionar, mesmo quando não entendia a letra.
A história da Coreia do Norte é complexa e cheia de contradições, mas uma coisa é certa: o K-pop, que já conquistou o mundo, pode ter encontrado seu maior desafio e mais grande recompensa ainda na Coreia do Norte.
Uma jornada de liberdade e diversão
Quando os desertores voltam à Coreia do Norte, eles trazem consigo uma visão da liberdade e da diversão que não existe na sua terra natal.
Dynamite e o K-pop na Coreia do Norte
'Dynamite' é uma música que, apesar de ter sido lançada apenas em inglês, alcançou a cume das paradas de sucesso global e tornou-se um dos maiores sucessos do BTS.
Para Kang Gyu-ri, ouvir a melodia de 'Dynamite' era suficiente para fazê-la se emocionar, mesmo quando não entendia a letra.
A Coreia do Norte é um país com uma sociedade controlada, onde as pessoas são mais propensas a ouvir a música da Coreia do Sul a partir da costa.
Conquista do coração da Coreia do Norte
Aos poucos, o K-pop conquistou o coração da Coreia do Norte, tornando-se um símbolo de liberdade e esperança.
Para Lee Yeon-su, assistir a um show do BTS é uma experiência libertadora que a faz se sentir orgulhosa de poder escolher para quem torcer sem medo de repressão.