Em um movimento inesperado, o Irã acertou um acordo de cessar-fogo de duas semanas com os EUA, mas isso não caiu bem os linha-dura do país. A decisão foi tomada após a China desempenhar um papel significativo em convencer o Irã a concordar com o pedido do Paquistão.
A guerra entre Irã e EUA durou 40 dias, resultando em mais de 3 mil mortes, de acordo com ativistas de direitos humanos.
Pressão dos Line-Dura
Os linha-dura do Irã, que se sentiram encorajados pela capacidade do país de fechar o estreito e causar caos nos países do Golfo com mísseis e drones, se recusaram a aceitar a proposta de cessar-fogo.
Um grupo de homens da milícia voluntária Basij, controlada pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), marchou até o Ministério das Relações Exteriores no meio da noite para se opor à decisão.
Negociações Diretas
As negociações diretas com os EUA eram proibidas pelo antigo Líder Supremo, o aiatolá Ali Khamenei, mas o novo líder, Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá, parece ter autorizado o contato direto.
A guerra pode ser retomada se as negociações fracassarem, e isso é uma perspectiva que alguns iranianos que apoiaram a guerra podem estar esperando.