A hipótese de captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro reacende temores no mercado global de petróleo. A Venezuela possui uma das maiores reservas do mundo, e qualquer ruptura abrupta no comando político do país tende a gerar incerteza sobre a produção, exportação e cumprimento de contratos, fatores que costumam provocar alta nos preços internacionais.
Em um cenário de instabilidade, investidores reagem com cautela e o risco geopolítico passa a ser incorporado às cotações do barril. Além dos reflexos econômicos, a situação poderia redesenhar alianças regionais e afetar o equilíbrio energético global, ampliando a volatilidade em um mercado já sensível a conflitos e mudanças políticas.