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Ucrânia denuncia pressão do IPC sobre delegação nas Paralímpicas de Milão-Cortina

Delegação ucraniana alega ter encontrado obstáculos para exibir bandeira e lenços com mensagens políticas

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 11/03/2026 às 21:20 · Atualizado há 1 hora
Ucrânia denuncia pressão do IPC sobre delegação nas Paralímpicas de Milão-Cortina
Foto: Reprodução / Arquivo
Paralimpíadas de Inverno
A delegação do Comitê Paralímpico Nacional (CPN) da Ucrânia acusou o Comitê Paralímpico Internacional (IPC) e os organizadores de Milão-Cortina 2026 de exercerem "pressão sistêmica" sobre a delegação do país.
A CPN ucraniana cita exemplos do que seria um tratamento "abertamente negativo" e sem precedentes nas três décadas de participação ucraniana nas edições de verão e inverno dos jogos paralímpicos.
O CPN ucraniano relatou que precisou remover uma bandeira nacional de sua residência na vila paralímpica, e os organizadores determinaram o novo local para o pavilhão, que seria menos visível do que o espaço inicial.
Além disso, a medalhista de ouro Oleksandra Kononova recebeu a orientação para remover brincos que continham uma pequena bandeira ucraniana e a frase "Pare a Guerra".
IPC rebate, afirmando que as regras visam criação de um ambiente respeitoso e acolhedor e que a segurança do local não conseguiu verificar o significado do texto.
O diretor de Marca e Comunicação do IPC, Craig Spence, revelou estar "supresso com as declarações do comitê ucraniano" e reforçou que as regras serão aplicadas com rigor

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