Mesmo com gestos para agradar congressistas, como nomeações e a liberação de R$ 7,6 bilhões em emendas, senadores avaliam que o avanço dos projetos e da proposta de emenda à Constituição (PEC) com medidas de ajuste fiscal enviadas pelo Executivo estão sob risco. O exemplo citado por congressistas é a votação do projeto de lei complementar (PLP 68/2024) de regulamentação da reforma tributária no Senado, que foi marcada por uma abstenção grande de quadros da base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), indicando que a insatisfação com o Palácio do Planalto ainda é significativa.
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