María Corina vive escondida desde que denunciou fraude na eleição em que Nicolás Maduro foi declarado vencedor. Ela foi impedida de disputar e tornada inelegível pelo Judiciário cooptado pelo regime.
A ditadura afirma que Maduro foi o vencedor da disputa, tendo sido reeleito com 52% dos votos, contra 43% de Edmundo González, que representou a oposição. O regime, porém, não divulgou as atas eleitorais que comprovariam esse resultado, a despeito de ampla pressão doméstica e internacional.
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