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Vendas da Pluxee aumentam 9% no 1º trimestre enquanto se aproxima da queda das taxas no Br

A empresa francesa de vouchers e benefícios Pluxee alertou nesta quarta-feira (7) que o iminente limite de taxas comerciais no Brasil poderá reduzir pela met...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 07/01/2026 às 10:11 · Atualizado há 4 dias
Vendas da Pluxee aumentam 9% no 1º trimestre enquanto se aproxima da queda das taxas no Br
Foto: Reprodução / Arquivo

A empresa francesa de vouchers e benefícios Pluxee alertou nesta quarta-feira (7) que o iminente limite de taxas comerciais no Brasil poderá reduzir pela metade sua receita no país até 2027, após registrar um aumento orgânico de 9% nas vendas do primeiro trimestre.

O grupo confirmou as metas financeiras para 2026 que havia reduzido em novembro, em meio a um marco regulatório em evolução no Brasil, um dos maiores mercados da Pluxee, após um decreto assinado pelo presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

As medidas no Brasil devem entrar em vigor em meados de fevereiro e limitar as taxas que os lojistas pagam aos provedores de vale-refeição e alimentação em 3,6%.

Para a Pluxee, essas taxas cairão para 2% assim que o novo modelo de pagamento for totalmente implementado no Brasil, disse o diretor financeiro, Stéphane Lhopiteau, a analistas em uma teleconferência. Isso deve ocorrer em meados de maio, afirmou ele.

Isso representa uma queda significativa... em termos de receita proveniente dos lojistas

— afirmou Lhopiteau.

A Pluxee espera uma queda de cerca de 50% na receita no Brasil até o próximo ano, disse ele, embora tenha como objetivo manter inalterada a contribuição de sua margem de lucro principal, reduzindo os custos de determinados serviços de marketing.

A Edenred alertou em novembro que reduziria sua previsão de lucro para 2026 se as mudanças planejadas no Brasil entrassem em vigor.

Os provedores de benefícios, como a Edenred e a Pluxee, estão confiando cada vez mais em regiões como a América Latina para impulsionar os lucros, à medida que lidam com a desaceleração em suas principais regiões de negócios em meio à crescente incerteza econômica.

Empresa francesa de vouchers e benefícios calcula que medidas no Brasil, um dos seus maiores mercados, poderá reduzir pela metade sua receita no país até 2027

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