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Valor Inovação: Eletrobras é a 8ª empresa mais inovadora do país | Inovação

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 19/08/2025 às 20:47 · Atualizado há 2 dias
Valor Inovação: Eletrobras é a 8ª empresa mais inovadora do país | Inovação
Foto: Reprodução / Arquivo

Além de ocupar a segunda posição no setor de energia elétrica no quesito inovação, a Eletrobras ocupa o 8º posto entre as 150 empresas mais inovadoras do país, segundo o ranking Valor Inovação Brasil 2025, realizado pelo Valor em parceria com a Strategy&, da PwC, responsável pelo desenvolvimento da metodologia e aplicação da pesquisa.

A capitalização da Eletrobras, concluída em 2022, com a empresa deixando de ter a União como controladora majoritária, levou à mudança de processos e à criação de novas áreas, como a de inovação. Com 20 anos de trabalho na Petrobras no currículo, Juliano Dantas assumiu a vice-presidência da elétrica há dois anos com a missão de alinhar e integrar as iniciativas de pesquisa e desenvolvimento, então espalhadas em cinco empresas diferentes. A partir dessa reorganização, a maior geradora e transmissora do setor elétrico brasileiro passou a direcionar esforços para gerenciar melhor seus ativos, adaptar-se aos efeitos das mudanças climáticas, usar crescentemente inteligência artificial (IA) e adquirir mais capacidade computacional para avaliar novos negócios.

Foram R$ 600 milhões investidos no ano passado. Iniciativas em IA, dados, automação, equipamentos, drones e robótica compõem as seis linhas de atuação principais. Essa estratégia inclui parcerias com cinco polos de inovação distribuídos pelas cinco regiões do Brasil — Porto Digital (PE), Porto Maravalley (RJ), Hub Goiás (GO), Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PA) e Acate – Associação Catarinense de Tecnologia (SC) —, cada um deles abrindo possibilidades de interação com startups e outras grandes empresas.

A 11ª edição do Prêmio “Valor Inovação Brasil” 2025 contou com 275 empresas inscritas na pesquisa, sendo que 264 foram elegíveis. A metodologia foi construída com base em questões sobre processos de inovação, que englobam desde aportes em ciência até iniciativas de transformação digital, avaliadas de forma sistêmica e dentro de cada setor.

O objetivo do anuário é medir a capacidade de inovação, avaliando competências como criatividade, capacidade para gerar conhecimento e a aplicação estratégica das novas tecnologias.

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