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Trump ‘parece não entender’ as reais necessidades da Venezuela, diz The Economist

Apesar do papel que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve na retirada de Nicolás Maduro do poder na Venezuela, o americano “parece não entender...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 06/01/2026 às 12:20 · Atualizado há 5 horas
Trump ‘parece não entender’ as reais necessidades da Venezuela, diz The Economist
Foto: Reprodução / Arquivo

Apesar do papel que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve na retirada de Nicolás Maduro do poder na Venezuela, o americano “parece não entender” as reais necessidades do país latino-americano, avalia o economista Ricardo Hausmann em artigo publicado na revista The Economist.

O que os venezuelanos precisam agora não é de vingança contra Maduro, nem de improvisação trumpiana, mas de um retorno à liberdade e à paz.

— Hausmann é ex-ministro do Poder Popular para o Planejamento da Venezuela e atualmente atua como diretor do Laboratório de Crescimento de Harvard na Escola Kennedy.

por algumas horas extraordinárias

— No texto publicado nesta segunda-feira (05), Hausmann afirma que os venezuelanos teriam sentido alegria ao saberem a deposição de Maduro, pois "eles se permitiram imaginar um futuro cheio de dignidade e esperança — e um retorno à vida normal.”

rapidamente deu lugar à preocupação

— Porém, o economista escreve que essa felicidade , após a coletiva de imprensa realizada por Trump, na qual o presidente americano afirmou que os EUA “governariam” a Venezuela.

Ele [Trump] falou muito sobre petróleo, mas nada sobre democracia. Ele falou como se fosse dono do país e de seus bens. Os venezuelanos seriam beneficiários de sua benevolência, não agentes de seu destino.

a maior contração econômica já registrada em tempos de paz

— Desde a chegada de Maduro ao poder, em 2013, o país latino-americano viveu uma “catástrofe autoinfligida”, com . O economista explica que o projeto chavista, iniciado em 1999 por Hugo Chávez e continuado pelo seu sucessor, minou os mecanismos sociais de controle e equilíbrio, as liberdades individuais e, por fim, a própria democracia.

Ele falou como se as vastas reservas de petróleo da Venezuela tornassem a democracia desnecessária: o investimento estrangeiro, sobretudo de empresas petrolíferas americanas, pode substituir a normalização política

— Assim, para restaurar os direitos dos cidadãos e o Estado de Direito, seria necessário fazer o caminho contrário ao realizado pelo projeto chavista, mas não foi essa a alternativa proposta por Trump. .

Hausmann explica que o petróleo só se tornaria riqueza após a sua produção ser monetizada, o que requer investimento a longo prazo e, para isso, é preciso ter segurança jurídica para respaldar legalmente a atuação de petroleiras, ou seja, restaurar os direitos básicos da democracia.

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