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Tratado como parte da terapêutica, novo procedimento em Lula não havia sido esclarecido | Brasil

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 11/12/2024 às 17:33 · Atualizado há 1 hora
Tratado como parte da terapêutica, novo procedimento em Lula não havia sido esclarecido | Brasil
Foto: Reprodução / Arquivo

Ao explicar a hemorragia cerebral do presidente da República, Rogério Tuma, um dos cirurgiões da equipe que deu entrevista sobre seu estado de saúde na manhã da terça-feira (10) no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, havia dado a senha: “Esse é um tipo de complicação comum, principalmente em pessoas de maior idade. Á vezes, nem lembra da queda e o hematoma pode aparecer meses depois. Como fizemos o acompanhamento, percebemos que o hematoma aumentou”.

Hoje, a jornalista Monica Bergamo, confirmou um desdobramento que havia sido sugerido como possível, ainda que não de maneira clara. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passará por novo procedimento para interromper o fluxo de sangue em uma região de seu cérebro para impedir sangramentos como aquele que enfrentou esta semana. A informação foi confirmada em novo boletim médico da tarde desta quarta-feira (11).

No boletim médico, foi escolhida uma linguagem para demonstrar que este novo procedimento era previsto: “Como parte da programação terapêutica, fará complementação de cirurgia com procedimento endovascular”.

Este segundo procedimento é menos invasivo do que o primeiro, quando foi colocado um dreno para descomprimir o hematoma. Pela urgência em descomprimir a hemorragia, optou-se por fazer esse procedimento num segundo momento. Na entrevista coletiva, porém, além de Rogério Tuma, nenhum dos médicos sinalizou esta possibilidade.

A equipe médica que operou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na madrugada de terça-feira (10) fala à imprensa sobre o estado de saúde após a cirurgia. Da esquerda para direita: Dr. Mauro Suzuki, Dr. Rogerio Tuma, Dr. Roberto Kalil, Dra. Ana Helena Germoglio e Dr. Marcos Stavale — Foto: Maria Isabel Oliveira / Agência O Globo.

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