A taxa de 7,8% é a menor para um trimestre encerrado em agosto desde 2014 (7%) e também a menor para qualquer trimestre da pesquisa desde fevereiro de 2015 (7,5%).
O resultado ficou em linha com a mediana das expectativas de 29 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor. O intervalo das projeções ia de 7,7% a 7,9%.
Nos três meses até agosto, o país tinha 8,4 milhões de desempregados – pessoas de 14 anos ou mais que buscaram emprego, mas não conseguiram encontrar. O número aponta retração de 5,9% frente ao trimestre móvel anterior, encerrado em maio (menos 528 mil pessoas), e queda de 13,2% frente a igual período de 2022 (menos 1,3 milhão de pessoas). É o menor contingente de desempregados desde o trimestre encerrado em junho de 2015 (8,5 milhões).
Entre junho e agosto, a população ocupada (empregados, empregadores, funcionários públicos) era de 99,7 milhões de pessoas. Isso representa um avanço de 1,3% em relação ao período do trimestre anterior (mais 1,3 milhão de pessoas ocupadas). Frente a igual trimestre de 2022, subiu 0,6% (mais 641 mil pessoas).